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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Momento Relevância (3)

Boa noite, depois de alguns dias sem postar aqui, vou ressucitar essa seção que há muito não aparecia nesse espaço, aquela das notícias fúteis com o comentário raso, bem filler mesmo, mas vamo fazer número aqui, já que o outro blog meu, onde a qualidade (ou não) das postagens é considerada ainda está em sua primeira página depois de uns 3 ou 4 meses de existência (muita preguiça pra conferir a exata idade daquele).

Agora, ao que (não) interessa:


Ex-marido de Sandra Bullock diz que traí-la foi sua única opção

Jesse James, ex-marido de Sandra Bullock, escreveu em sua autobiografia que trair a atriz foi sua única opção.
Em "American Outlaw", ele diz que se sentia preso no casamento com a atriz [tadinho...].
"Eu não tinha como fugir. Nem por um instante. Eu estava desesperado para encontrar algo que me trouxesse algum senso de liberdade. Então, pensei naquilo que poderia me dar a sensação de independência. Infidelidade, infelizmente, estava no topo da minha lista[HÁ! *MALANDRAGEM*!]", disse James.
James disse ainda que não se sentia bom o suficiente para Bullock, e nunca se convenceu de que ela a amava.
O casal se separou em junho de 2010, meses depois de a imprensa publicar um dos casos de infidelidade de James.

Fonte: Cliquem no link
 
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 O comentário sarcástico, cínico e superficial: Tem que passar o trator mesmo.

Cabou, beijo audência (ui).

PS: Aproveitando o título da biografia do famoso (do qual não sei nada a respeito), sugiro ler, pra quem estiver a fim, a biografia do Jesse James original, um verdadeiro fora-da-lei americano.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Poder e Diplomacia

Hei Ihmiset! Começo hoje com a letra de uma música com uma certa conexão com o texto, vale a pena ler ;)

Kinslayer

For whom the gun tolls
For whom the prey weeps
Bow before a war
Call it religion

Some wounds never heal
Some tears never will
Dry for the unkind
Cry for mankind

Even the dead cry
Their only comfort
Kill your friend, I don`t care
Orchid kids, blinded stare

Need to understand
No need to forgive
No truth no sense left to be followed

Facing this unbearable fear like meeting an old friend
"Time to die, poor mates, you made me what I am"

In this world of a million religions everyone prays the same way
"Your praying is in vain, it`ll all be over soon"
Father help me, save me a place by your side
"There is no god, our creed is but for ourselves"

"Not a hero unless you die
Our species eat the wounded ones"

Drunk with the blood of your victims
I do feel your pity-wanting pain
Lust for fame, a deadly game

"Run away with your impeccable kin"

Good wombs hath borne bad sons...

Cursing, God, why ?
Falling for every lie
Survivors` guilt
In us forevermore

15 candles
Redeemers of this world
Dwell in hypocrisy
How were we supposed to know ?

By the Way, O letra acima foi composta por Tuomas Holopainen.


Guerras... Algo recorrente hoje em dia. Se lembram de 2008, quando Barack Obama concorrria a eleição, e o mundo estava histérico com a possibilidade dele ser eleito? Ele e as propostas de paz, de retirar tropas do Iraque, e aquela rasgação de seda toda? Pois bem, hoje, 3 anos depois, como está o mundo? As tropas continuam lá, o planeta continua a mesma merda de antes, só que agora ninguém reclama porquê ele é africano, porquê ele é o primeiro negro a chefiar o país, porquê ele é isso e aquilo...
Os EUA se recusaram a assinar o protocolo de Kyoto porquê a China não assina, e vice-versa. Mas tem uma coisa que aparentemente os dois não perceberam. OS DOIS VÃO SE FUDER NO FINAL SE CONTINUAREM ASSIM. Tudo por que nenhum quer enfraquecer industrialmente o seus países. Os EUA poquê são megalomaníacos de mais para aceitar que outro país seja melhor que eles em alguma coisa, e a China por que... bem, eu não sei, talvez porquê sejam retardados mesmo :) .

Uma coisa interessante no mundo, no Brasil pelo menos, é que quase todos louvam os estadunidenses, enquanto os estadunidenses olham para os brasileiros como... algo despresível. Jornais reverenciam os EUA em todos os aspectos, tendo fofocas até sobre o cachorro do presidente de lá, mas quase ninguém sabe nem ao menos o nome do presidente do Uruguai, um país vizinho que relações políticas muito mais sólidas e muitos aspectos culturais em comum. Ai eu me faço algumas perguntas. Tipo, quem sabe qual é capital da Austrália? Qual o presidente do Canadá? Qual a capital do Canadá? Poquíssimos saberiam a resposta. Mas se eu eu perguntasse qual nome e a idade do cachorro da primeira dama dos EUA, o número de pessoas que saberiam seria maior que os das perguntas anteriores.
Eu particularmente acho que estadunidenses não são um povo nada legal. Quem já conversou, por internet que seja com algum, sabe como é. Eles são bons demais pra qualquer outra pessoa. Algo que não acontece com Europeus, muito menos com Asiáticos. Mas uma coisa é perceptivel a partir desta constatação: O poder (ou a idéia dele) corrompe.


PS: Esta letra foi inspirada num homicidio que houve numa escola dos Estados Unidos.
PS2: A capital do Canadá é Ottawa, da Austrália é Canberra, o Presidente do Uruguai atualmente é Tabaré Vasquez. Já o do Canadá, é a rainha da Inglaterra, assim como da Austrália. Leia.
PS3: PS, PS2, e PS3 não quer dizer Playstation :)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Todo o poder emana do povo certo? ou será que não?

“Todo o poder emana do povo”
Essa é uma questão interessante caros ouvintes e leitores da voz do senil, pois estamos tendo mostras do poder e a pressão populares podem fazer sobre regimes autoritários. Mas será que esse “poder” popular é realmente representativo em democracias estáveis que já passaram da fase de implementação? Onde há mostras reais do poder popular emanando em regimes democráticos estabelecidos?
Bem, as eleições são inegavelmente a representação da voz do povo, que acontece em intervalos de tempo determinados (por exemplo, a cada quatro anos no Brasil), mas essa “representação da voz do povo” apenas não passa da escolha de um representante para defender os interesses de uma maioria em uma câmara de discussão, aonde as grandes decisões são tomadas, mas nem sempre tomadas em favor da vontade da maioria, pois as pessoas eleitas muitas vezes tem seus próprios interesses e sofrem a pressão da já tão conhecida “politicagem”, que hoje pode se dizer que é um dos grandes parasitas do sistema politico democrático câmeral e parlamentarista(seja ele uni ou bicameral no caso de câmeral).
Mas o grande problema reside na pouca participação dos eleitores e cidadãos em questões importantes e pertinentes ao povo, é verdade que de muito em muito tempo aparece um referendo de decisão popular(de pouca representatividade diga-se de passagem), mas será isso somente o suficiente para criar uma sociedade idealizada pelos votantes?
Acredito que não, porque simplesmente as questões que entram em referendo para a decisão popular, geralmente não tem cunho decisivo no dia-a-dia da população comum, ou simplesmente não são de importância relevante para a vida dos habitantes. Além disso para conseguirmos alcançar alguns objetivos da nossa sociedade atual (diga-se Brasil), seria necessário muita boa vontade política e muita pressão popular, o hoje em dia se vê muito pouco nas populações dos países de democracia constituída e estável, pois a grande parcela da população se vê satisfeita com os poderes que lhe são concedidos, ou não tem interesse nas decisões que alteram o rumo de sua nação(seja elas quais forem).
Somando todos os fatores descritos acima, e levando em conta que o sistema democrático câmeral, é um sistema que dá plenos poderes a alguns representantes de uma maioria, que  muitas vezes não realizam e nem defendem os interesses de seus eleitores, e que não podem ser impedidos pelos mesmos,pois os eleitores não tem nenhum mecânismo que defenda sua vontade,contra o poder de seus representantes, conclui-se logo que:
“Não, o poder não mais emana do povo, em regimes democráticos, e na verdade emana dos representantes eleitos do povo, que defendem ou não os interesses da grande maioria”
Deixo essa frase a todos os leitores, por favor se você discorda COMENTE e se concorda também COMENTE, mas antes disso reflita sobre o texto.
ABRAÇO
Gabriel Segundo