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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Pata de elefante

Olá caros leitores, hoje quero repercutir o show do pata de elefante que ocorreu em pelotas na ultima sexta-feira (como fora previamente anunciado por minha pessoa, aqui mesmo, seu bosta), o qual eu presenciei.

Pois bem o show marcado para ter inicio as 23 horas, porém ciente do atraso padrão dos shows em pelotas e da abertura do show que ficaria por conta da DJ Helô (sobre a qual eu não vou opinar, pois realmente não sei avaliar a qualidade, ou a falta dela em um DJ) fui para o galpão (local do show) apenas à meia noite, porém para minha surpresa, não havia nem sinal de inicio de uma organização para o show, pois bem, saí de lá e fui esperar passar mais um tempo, retornando à uma hora da manhã, e novamente surpresa, o show não havia começado e os músicos nem aparecido ainda tinham, porém a DJ já tocava, mesmo com esses sinais resolvi entrar para garantir um lugar perto do palco para poder assistir o show de modo satisfatório, então entrei e esperei “apenas” mais uma hora e meia para o inicio do show do pata de elefante.

Bom, passado o problema do “pequeno” atraso finalmente começa o show.

A banda abriu o show com a música soltaram, essa que abre o primeiro álbum da banda, com um ritmo animado a música acende o público, e mostra a que a banda veio.

O show continua com uma sequência de músicas muito boas na qual os membros demonstram muito talento e virtuosismo.

Vale destacar os extremamente bem trabalhados arranjos da banda, que me surpreenderam (apesar de já conhecer a banda, há um certo tempo), por conseguirem eliminar totalmente qualquer tipo de necessidade de um instrumento complementar na base das músicas (como teclado ou guitarra base por exemplo),fazendo o baixo esse trabalho, por vezes até soando como guitarra base, tamanho o “conjunto” apresentado pela banda.

E quando ninguém esperava mais nada, os músicos simplesmente trocam de instrumento guitarra e baixo se alternam e o show continua no mesmo (altíssimo) nível técnico e sonoro.

Depois de mais uma grande sequência de músicas (dentre elas “o dia em que a casa caiu” uma de minhas preferidas) a banda encerra seu show sob aplausos e pedidos de “mais um” da plateia, que foi prontamente atendida, com a execução de funkadélic do primeiro álbum da banda, assim definitivamente “encerrando os trabalhos”, em um show sem percalços, e que com certeza foi um dos melhores shows já presenciados pelo que vos escreve.

Voltaremos.

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